Será que São Paulo aprendeu com a crise hídrica de 2014?

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São Paulo sofreu uma crise hídrica pior dos último 80 anos em 2014. As 8,8 milhões de pessoas que dependem do sistema Cantareira e do fornecimento da empresa. Neste ano, essas pessoas ficaram sem água em algum momento do dia, o racionamento foi uma forma de economizar a utilização do volume morto (  reserva emergencial do fundo as represas).

Certamente a Sabesp teve alguma culpa porque quando assumiu a administração do sistema novamente em 2004 já sabia que uma população tão grande ficar a depender do Sistema Cantareira era arriscado. Foi então nos primeiros três meses de 2014 que ficou evidente que não se poderia fazer nada além de um racionamento para poder conter o dano causado pela falta de chuvas no Estado.  E não ia adiantar um sistema maior, o que está faltando também é parte da população se conscientizar sobre o consumo de água, renovação e novas oportunidades de consumo sustentável.

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Depois desse susto para grande parte da população fica a ideia de se todos aprenderam a lição. A resposta é: não.  Para ver como isso se reflete em números:  o consumo  de água em São Paulo no ano da crise hídrica era de 67,4 mil litros por segundo. Quando houve o racionamento e não se podia mais gastar senão as torneiras secavam  esse consumo reduziu somente 25% mas foi o suficiente para segurar as pontas. Foram 49 mil litros por segundo nesse momento. Agora, passados dois anos em aproximadamente a ultima contagem hjá apontou para 58 mil litros por segundo,  quase chegando a 59 mil. A queda é de 12% somente, o que mostra que muita gente ainda não entendeu a gravidade do problema.

Não é para gerar uma comoção ou medo, mas a ideia de reuso da água e outras formas precisam ser ensinadas pela Sabesp e outros órgãos competentes para evitar que se gaste mais do que o necessário desse bem necessário a todos. O alerta de seca voltou em 2016 e mesmo assim o reservatório de abastecimento do sistema ainda está com 58,5% da capacidade.


Entenda o que foi a crise hídrica de São Paulo e como o Cantareira está agora

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Quem viveu a crise hídrica de São Paulo em 2014 sabe que a história não foi muito bem contata. Tudo apareceu como se fosse um problema pontual: a falta de chuva que não deu conta de abastecer os recursos hídricos para toda a população. O Brasil, por ter abundância de recursos naturais principalmente nas regiões que não são secas naturalmente pouco se preocupa com isso. As pessoas não tem a consciência e de economia, afinal, até então a água sempre foi um recurso barato.
No entanto, foi em 2004 que a Sabesp (a empresa de abastecimento de São Paulo) renovou o contrato para administrar a distribuição do recurso hídrico para São Paulo e região além de fornecer serviços de saneamento básico. Apesar de ter um grande nome e ser reconhecida até internacionalmente não percebeu que a estrutura dos reservatórios já estava defasada naquele tempo e precisaria de aumento da capacidade de armazenamento senão em algum momento ia dar problema. Dito e feito.

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Naquele tempo o plano da Sabesp era de que a cidade ficaria dependente do Sistema Cantareira o que era preocupante, mas possível. Se água dos tanques acabasse seria o caous. Foi o que realmente aconteceu. Em 2014 a chuva não veio e o volume logo ficou muito abaixo, talvez isso fosse viável para uma capital menor. Mas São Paulo tem 8,8 milhões de pessoas que dependem desse sistema, que apesar de grande, não é o suficiente. Veja mais Informações no site da Sabesp.
O Cantareira é um conjunto de represas criado nos anos 1970. Inicialmente a ideia da construção era atender ao rápido crescimento da população que era um fato na época, afinal, a cidade industrial se configurou como uma capital do Brasil abrigando muitos brasileiros que durante o êxodo rural procuravam por melhores condições de vida nas grandes cidades.
No entanto, é claro que o sistema depende de chuvas para permanecer cheio independente de quão grande ele seja. A lição que São Paulo leva disso é que as pessoas precisam realmente de uma educação e não ficar somente na aposta da Sabesp para ampliação dos sistemas, pois as vezes isso não é o suficiente. A abundância de água não depende da administração somente, como da consciência de todos que utilizam o recurso.


As energias mais utilizadas no mundo

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Duas perguntas costumam atacar imediatamente nossos pensamentos: Será que vamos ter energia acessível o suficiente no futuro próximo? O que vamos fazer para o longo prazo? As respostas dependem do nosso inventário de fontes. O nosso abastecimento de energia provém de combustíveis fósseis principalmente, com a energia nuclear e fontes renováveis, assim completando o mix. Essas fontes têm origem principalmente em nossa estrela local, o Sol, onde a eletricidade cai em sua própria categoria, tudo isso porque é um portador de energia e não uma fonte primária.

Aqui vamos explorar os prós e contras de cada recurso e olhar para algumas das tecnologias emergentes que poderiam transformar nossa situação energética no futuro. A maior parte da energia que capturamos para uso na Terra se origina nas reações nucleares alimentadas pelo nosso Sol.

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Além de dirigir a energia solar fotovoltaica e de fontes térmicas solares, carvão, petróleo, gás natural, biomassa, e até mesmo a energia eólica e hídrica podemos aproveitar para gerar eletricidade, que originalmente derivam seu conteúdo energético dos efeitos da luz solar. Saiba como a nossa estrela local é a fonte de energia final.

39% da energia dos EUA de todas as fontes é usado para gerar eletricidade. Os especialistas preveem um aumento de 11% na demanda de energia elétrica nos Estados Unidos em 2040.

Em 2015, os combustíveis fósseis foram cerca de 81% da energia utilizada nos Estados Unidos, incluindo a energia para gerar a maior parte de nossa eletricidade. Os combustíveis fósseis fornecem a energia a preços acessíveis que precisamos para muitas das funções essenciais para a nossa sociedade. Saiba mais sobre os custos e benefícios de cada uma das fontes de síntese, incluindo as consequências ambientais de manutenção do status quo, tudo isso por meio do Teste Velocidade da Copel.

20% da nossa eletricidade foi gerada por combustível nuclear de 2015. A energia nuclear fornece cerca de 9,5% da oferta total de energia EUA, emitindo muitos gases de efeito estufa, mas que produzem grandemente seu conteúdo.


A Energia no Mundo

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O consumo mundial de energia é a energia total utilizada por toda a civilização humana. Normalmente é medido por ano, o que envolve toda a energia aproveitada de todas as fontes de energia aplicadas para os esforços da humanidade em toda e cada setor industrial e tecnológica, através de todos os países. Ele não inclui a energia do alimento, e a medida em que a queima de biomassa direta foi contabilizado seja pouco documentada.

Sendo a métrica fonte de energia da civilização, consumo mundial de energia que tem implicações profundas para esfera social-econômico-política da humanidade.

Instituições: como a Agência Internacional de Energia (IEA), a Energy Information Administration EUA (EIA), e o registro Agência Europeia do Ambiente, é de responsabilidade deles publicar dados de energia periodicamente. A melhoria de dados e compreensão do consumo mundial de energia podem revelar tendências e padrões sistêmicos, o que poderia ajudar a enquadrar as questões energéticas atuais e incentivar o movimento no sentido de soluções coletivamente úteis.

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A AIE estima que, em 2013, o consumo total de energia do mundo foram de  9301 milhões de tep, ou 3,89 × 1020 joules, o equivalente a um consumo médio de energia de 12,3 terawatts. De 2000-2012, o carvão que é a fonte de energia com o grande maior crescimento. O uso de petróleo e gás natural, portanto, teve um crescimento considerável, seguido pela energia hidráulica e energia renovável. energia renovável cresceu a um ritmo mais rápido do que qualquer outro momento da história durante este período, o que pode ser explicado, Possivelmente pelo aumento do investimento internacional em energias renováveis. A demanda por energia nuclear foi diminuída, possivelmente devido ao acidente de Chernobyl e Three Mile Islândia.

Todas essas reduções de energia nuclear são feitas para que o mundo se comporte de maneira mais sustentável e sem trazer riscos para os habitantes.


Planejando as tomadas na hora da reforma!

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O planejamento de tomadas é essencial na hora de reformar a casa, para garantir que os donos do imóvel possam organizar seus eletrônicos como desejam e usá-los sem precisar investir em acessórios, como as extensões.

Mas, como planejar as tomadas de modo correto na hora da reforma? O primeiro passo é contratar um profissional capacitado para desenvolver um projeto elétrico que atenda as necessidades dos moradores da casa.

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Dicas sobre os aquecedores a gás

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Os aquecedores a gás não são muito comuns nas grandes cidades, mas são peças recorrentes em chalés, hotéis fazenda e instalações no interior, devido à sua boa vazão e eficiência ao esquentar a água para o banho. Existem dois tipos de aquecedores a gás, de acumulação e de passagem. Os aquecedores de passagem são ótimos, pois são pequenos, normalmente instalados em banheiros ou áreas de serviço. Neste tipo de aquecedor, a água passa por um conjunto de serpentinas fixadas em torno de uma câmara de combustão. Quando o registro de água quente é aberto, o aparelho aquece a água a ser usada automaticamente.

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Iluminação natural: comece sua reforma por este item

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Ao reformar uma residência muitos itens são colocados como essenciais na lista de mudanças a se realizar, como os móveis a escolher, os objetos de decoração para compor o lar, o piso mais adequado ao ambiente e a iluminação nos cômodos da casa.

Quando se pensa no quesito iluminação, a dica é optar pela iluminação natural, que além de ser uma atitude sustentável, pode render boas economias na conta de luz – seja para garantir uma iluminação adequada, poupar energia elétrica ou tornar o ambiente mais agradável, a luz natural deve ser devidamente planejada.

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